1524 - 2024: Portugal celebra este ano os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões.
Luís Vaz de Camões foi um poeta nacional de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura lusófona e um dos grandes poetas da tradição ocidental. Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza.
Nascimento: Lisboa, Portugal
Falecimento: 10 de junho de 1580, Lisboa, Portugal
Influenciado por: Dante Alighieri, Ludovico Ariosto, Homero, Francesco Petrarca, Virgílio
Pais: Simão Vaz de Camões, Ana de Sá de Macedo
Formação: Universidade de Coimbra
Magnum opus: Os Lusíadas
Wikipédia
O Resgate da Nossa História por meio de Fotos e Documentos
Começo da Nossa História
A História da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Mantena iniciou se em 1943. Onde a Sr.ª Gláucia Lira organizou a primeira “Sociedade das Dorcas” e a “Enfermaria Adventista Dorcas”, e com o o apoio da Prefeitura Local e do Empresário o Sr. José Secundino da Fonseca (que chegou em Mantena em 1937 e toda sua família já eram Adventistas). Os trabalhos iniciados possibilitaram a inauguração da Igreja Adventista de Mantena no dia 22 de outubro de 1949 (oficialmente). Até então, os membros se reuniam em um prédio comercial Do Sr. José Secundino da Fonseca localizado na Antiga Praça Benedito Quintino, onde se encontra a Farmácia Indiana (Atual Praça da Biblía).
Entrevista com a irmã, à Sr.ª Marta Alves da Fonseca
Depois para o terreno localizado na mesma praça. Hoje, atual Praça da Bíblia nº 111 até os dias atuais. Por meio de doação no dia dezenove do mês de junho de mil novecentos e setenta e dois, pelo então Prefeito Sr. Adrião Baia:
“Prefeitura Municipal de Mantena, Estado de Minas Gerais. – Lei nº 52/72. – Autoriza doação de terreno localizado nessa cidade, e dá outras providencias. O povo de Mantena por meio dos seus representantes legais, decretou e eu, em seu nome, sanciono a seguinte lei: Art. 1º - É o poder Executivo autoriza a fazer doação a Associação da União Este Brasileira dos Adventistas do Sétimo Dia, uma área de terreno medindo 497, 70 m². (Quatrocentos e noventa e sete vírgula setenta metros quadrados). À praça Benedito Quintino 111. Onde se encontra localizado o templo da Igreja Adventista do Sétimo Dia atualmente.
"Sociedade das Dorcas" em 1943. Em parceria com a Prefeitura de Mantena, atuou na Primeira Enfermaria da Cidade, Médicos e Enfermeiros da Igreja Adventista .
Em frente a Praça Benedito Quintino, atual Praça da Bíblia - 1948.
Publicação 1950 – Revista Adventista citando a Dedicação do Templo à Deus no dia 22 de outubro do ano anterior (abaixo):
REVISTA ADVENTISTA:
Depoimentos; MissionárioSr.º Antônio Geraldo lira e Sr.ªGláucia Lira
PIONEIRO E FUNDADOR DA PRIMEIRA IGREJA ADVENTISTA DE MANTENA: Sr. José Secundino da Fonseca
Sr. José Secundino da Fonseca, Natural de Conselheiro Pena. Foi Empresário, Vereador, Madeireiro e Missionário. Terceiro morador de nossa cidade, chegando em nossa região por volta de 1937. Foi nomeado como Vereador em Mantena (1948 -1951). E aqui residiu, e começou sua obra missionária, juntamente com sua família em 1943 com a “Sociedade das Dorcas”. Instalou a primeira Igreja Adventista Do Sétimo dia de Mantena. Onde se localiza a atual “Farmácia Indiana” Localizada na Praça da Bíblia (Antiga Praça Benedito Quintino). Faleceu em 1972 em Vitória –ES.
“Serraria” (Praça do Fórum) e Casa Fonseca (Banco Itaú). Em Frente o Caminhão da esquerda para direita, Sr. José Secundino e o Sr. Jacinto Gomes (Primeiro Caminhoneiro de Mantena).
Esquerda para direita: José Secundino, Jacinto Gomes e Pr. John Henry Boehm (Russo) (de gravata -Fundador do IAE - Istituto Adventista de Ensino)
Em sua Serraria onde foram beneficiadas a madeiras para os primeiros bancos da Igreja Adventista de Mantena, a serem feitos pelo Marceneiro, o Sr. Orlando Alves Ribeiro (Membro da Igreja).
Sr.José Secundino da Fonseca Ex- Vereador da Câmara Municipal de Mantena
Netas do Sr. José Secundino: Missionárias e Compositoras contribuindo para a Música Adventista e na Formação do Novo Hinário Adventista
Jane Secundino Leitke e
Márcia Secundino Andrade da Silva
06 Hinos no Hinário Adventista do Sétimo dia (Atual):
Fruto da Influência de um avô dedicado “A Obra do Senhor”
Seu trabalho continua dando frutos através dos seus descendentes!
PIONEIRO: Sr. Waldemiro Pereira Baia - Primeiro Missionário da IASD de Mantena
Sr. Waldemiro Pereira Baia, nasceu em 11 de novembro de 1918 em Ipanema. Chegou em Mantena em 1937, foi funcionário do Sr. José Secundino da Fonseca (Casa Fonseca). E foi o primeiro Missionário em nossa região com um Jeep saia aos sábados à tarde evangelizando nos distritos e patrimônios rurais. Exerceu o cargo de Ancião, Diácono até o seu falecimento no dia 22 de setembro de 2002. (Publicado na Revista Adventista o seu falecimento).
FOTOS HISTÓRICAS:
(Aulas e formaturas Prof. Waldemar Will e Prof.ª Ivarte Ruela )
“A verdadeira educação é o desenvolvimento harmônico das faculdades físicas, mentais e espirituais.” E.G.White.
Segundo à “Revista Adventista” à Escola Adventista de Mantena teve seu início em 1952 até 1968 (Sua primeira fase). E depois vontando em 1970 (indeterminado ano do seu fechamento) e sua volta apartir do dia 22/11/1993 (segundo à Receita Federal até o seu encerramento em 10/05/1999).
Sociedade das Dorcas
Grupo Âncora e Formatura da Escola Adventista e Igreja de Vila Nova:
Frente da Igreja Adventista Central de Mantena - Década de 80
Quarteto Os Arautos do Rei e A Voz da Profecia no Cine Teatro Império de Mantena
“ Grupo Mensagem” Foto 1998:
“Doação do Terreno pelo Ex- Prefeito de Mantena, Dr. Adrião Baia
O Professor e Ancião Manoel Ferreira , foi o Pioneiro no Departamento de Comunicação da Igreja Adventista de Mantena :
John Henry Boehm nasceu em 1 de fevereiro de 1884, na cidade de Kutter, estado de Saratov, perto do rio Volga, Rússia. Foi um dos responsáveis pelo estabelecimento do Seminário Adventista Brasileiro, a primeira Instituição de Ensino Superior Adventista do Brasil.
Além disso, onde quer que estivesse, promovia a educação - seu grande ideal. Seu alvo era abrir uma escola em cada igreja. Ele pode ser reconhecido como um dos pioneiros da educação adventista no Brasil. faleceu no dia 25 de janeiro de 1975, aos 91 anos, após três anos de internação no Hospital Adventista de Loma Linda. Era cofundador do Colégio Adventista Brasileiro (CAB), atual UNASP-SP.
Boehm, John H. “Conferências em Mantena, Espírito Santo.” Revista Adventista, ano 44, no. 1, janeiro, 1950, 12-13.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
LIVRO: IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA DE MANTENA
O Resgate da Nossa História por meio de Fotos e Documentos
1.Glaucia Lira, “Enfermaria Adventista ‘Dorcas’”, Revista Adventista, setembro de 1945, 12.
wellington Vedovello Barbosa, “O EVANGELHO QUE SOCORRE: BREVE HISTÓRIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL ADVENTISTA NO BRASIL” UNASP – 2005. Ano 2 - Número 1 - 1º. Semestre 2006.
Glaucia Lira, “O que fizeram as Dorcas de Itabuna no fim de 1941”, Revista Adventista, fevereiro de 1942, 8
John H. Boehm, “Conferências em Mantena, Espírito Santo,” Revista Adventista, ano 44, no. 1, janeiro, 1950, 13; “Rio-Minas Gerais Mission,”
As duas associações
colaborarão não com fins lucrativos, mas no intercâmbio de prêmios,
Certificados,
diplomas honorários de organizações para as pessoas que eles merecem
Organizações
humanitárias.
As duas Associações
colaborativas sem fins lucrativos, mas na troca de prêmios, certificados e
graus
Honorário de
organizações pelas pessoas que eles merecem em embaixadas como organizações
humanitárias.
É
necessário estipular um Memorando de Entendimento entre as partes, que regule
as relações realizadas e coordene as operações:
ART.
1. (Propósito ou objeto): decorrem da profunda convicção de que os países
emergentes têm e precisa ser apoiado, tentaremos recompensar aqueles que se destacam
em operações humanitárias na sociedade do mundo.
ART.
2 - (Relações entre as associações): de assistência na promoção e aprimoramento
das coisas de interesse artístico. Promoção de arte, cultura, valorização de objetos
de interesse histórico e art. Especialmente no interesse de proteger os
direitos civis. Todos respeitarão os Estatutos relevantes.
ART.
3 (Atividades): participará de conferências de interesse geral, poderá
organizar conferências como estatutos de ambas as organizações.
Integrativas e funcional
ao desenvolvimento de atividades institucionais de solidariedade social dentro
dos limites da lei. Do país de referência.
ART.
5 (Duração): O presente Memorando de Entendimento cessa com seu vencimento. As
Associações poderão retirar-se deste memorando de entendimento unilateralmente
e a seu exclusivo critério se, na validade do contrato, comportamentos e / ou
ações emergem dos mesmos que são prejudiciais à finalidade do protocolo em si,
bem como sua imagem e papel institucional. Resolução expressa é fornecido, no
caso de rescisão pela Associação dos requisitos de colaboração
gratuitamente. Nenhum reembolso ou
indenização de qualquer espécie é reconhecida pela possível revogação ou
rescisão do contrato. Presente protocolo.
ART.
5 (Duração): Este Memorando de Entendimento cessa com o seu termo. As
Associações retirar-se deste Memorando de Integração de forma unilateral e por
julgamento indiscutível se, na vigência do contrato, executar e / ou ações
emergentes dos mesmos prejuízos aos propósitos do próprio protocolo, bem como
sua imagem e papel institucional. A resolução expressa é redução, no caso de
rescisão de uma parceria comercial livre. Nenhum reembolso ou indenização será
reconhecido para qualquer revogação ou término deste protocolo.
ART.
6 (Adiamento): Para os outros não previstos neste Protocolo, as partes
explicitam explicitamente consulte as regras específicas sobre colaboração
livre.
Leia
e confirme em Mantena Minas Gerais Brasil em 04 de março de 2020.
A música brasileira é uma de suas expressões culturais por excelência. A música feita no Brasil é uma mistura única de harmonia e melodia europeias, com ritmos africanos e cultura dos nativos índios. A forma como estes sons tão distintos se juntaram para criar aquilo que hoje conhecemos como música brasileira é uma longa história.
Tudo começou com os índios que faziam música com chocalhos, flautas e tambores; esta música era usada nas danças em círculo, onde os índios cantavam e batiam os pés. A partir do século XVII, os escravos trazidos de África juntaram os seus ritmos fortes dos rituais de “candomblé”. Negro_fandango_sceneOs portugueses são responsáveis por juntar as baladas lentas acompanhadas por cavaquinhos, bandolins e guitarra portuguesa. Ao longo do tempo, outros elementos musicais influenciaram a música feita no Brasil como as óperas italiana e francesa, as danças como a zarzuela, o bolero, a vala e as polcas; e, no século XX, o jazz norte americano.
A história da musica brasileira pode ser dividida em dois períodos:
Música erudita: abrange os Primórdios, a música do século XVIII e a Escola Mineira, o Classicismo, o Romantismo, o Nacionalismo, as Vanguardas Modernistas e a Contemporânea.
Música popular urbana: inclui as origens (Lundu, Modinha e Choro), primeira metade do século XX (Teatro de Revista e Bossa Nova), segunda metade do século XX (Tropicália, Jovem Guarda, Iê Iê Iê e MPB), samba e a música popular atual (sertanejo, rock brasileira, forró, lambada e música eletrônica).
A música brasileira desenvolveu estilos tão únicos e originais como o samba, a bossa nova, a MPB, o sertanejo, o pagode ou o funk carioca. O Samba tornou-se mundialmente famoso devido ao carnaval mas outros géneros também conseguiram reconhecimento internacional, como por exemplo a bossa nova, com músicas como “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, ou “Águas de Março”, com Tom Jobim chamando Elis Regina para cantar junto"
O Escritor, Professor, Teatrólogo e Artista Plástico, Edmilson Costa, com o codinome EDDIE ZAINNER, tendo uma vasta experiência como; Educador, pai. Soube criar uma obra de suma importância no mundo de hoje. Quem eu tive o privilégio de conhecer e acompanhar seu trabalho. Senti me honrado ao ser convidado a falar de sua obra, obra de fácil leitura, compreensível aos jovens, pais, educadores, teólogos, padres, etc.
Um livro para todas as esferas da sociedade. Até para os adultos que já passaram por uma situação de "Bullying", vivenciam crianças ou filhos que já sofreram ou sofrem, seja qualquer grupo social que fazemos parte, não estamos livres desse tipo de agressão.
VALE A PENA CONHECER A OBRA! WhatsApp do AUTOR: 027 - 99939 1415
DESPEDIU-SE no dia 21 de agosto de 2019 ÀS 18:30 EM ENGENHEIRO COELHO - SP
Por: Pedro Portela
Tobias Pinheiro Filho nasceu no dia 4 de Julho de 1926 na cidade de Brejo, Maranhão, de onde saiu aos 12 anos de idade. Estudou no Seminário Santo Antônio em São Luís. Morou em Teresina, Piauí, em Curitiba, Paraná, e no Rio de Janeiro, a partir de 1952. E atualmente reside em Engenheiro Coelho, São Paulo.
Casou-se muito jovem, ainda em Teresina, com Maria Osita Pinheiro. É pai de seis filhos: Pedro Humberto, Paulo Roberto, Antônio Neto, Sandra Maria, Carlos Alberto e Cleber.
Iniciou-se no jornalismo na capital carioca no ano de 1954. Trabalhou 21 anos no Diário de Notícias, chegando a ser Chefe de Redação; prosseguiu trabalhando no Jornal do Brasil, de que foi Redator por duas vezes; em O Globo, Última Hora, O Dia, e no Jornal do Commercio. Foi também editor das publicações da Light, cargo em que se aposentou. E, por último, trabalhou como editor das publicações da ABADI – Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis.
Tobias Pinheiro pertence a várias entidades literárias, dentre as quais podemos destacar: Academia Brasileira de Literatura, Academia Brasileira de Trova, Academia Guanabarina de Letras, Federação das Academias de Letras do Brasil, e Delegado das Academias Maranhense e Piauiense de Letras.
Ele publicou nove livros: Intermezzo, Vinho Amargo, Doce Tortura, Os Outros, Menino do Bandolim, Jóias de Ouro Preto, Marcas de Luz, Milagres da Memória, e Sonetos.
Placa com seu nome juntamente com o Escritor Josué Montello - ABL. Fundador e Presidente da Federação das Academias de Letras do Brasil - FALARJ - RJ e Ex Presidente da Academia Carioca de Letras e Membro do Histituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro
Tornou-se imortal da Academia Carioca de Letras em 7 de Julho de 1992. E fez a seguinte declaração: “Considero minha eleição para esta Academia como um gesto de humildade dos senhores acadêmicos, porque minha única universidade foram as redações dos jornais do Rio de Janeiro, tendo como mestres os meus companheiros de trabalho, aos quais presto agora minhas homenagens.”
Mesmo com toda essa modéstia, ele recebeu – por unanimidade – o título de Personalidade Cultural de 1997 da União Brasileira de Escritores. E o Prêmio de Literatura da Faculdade da Cidade recebe o nome de Tobias Pinheiro.
É autor do Hino Oficial da cidade de Brejo, sua terra natal.
Depoimento do Prof.Dr. Mário Lopes Carabajal, Ph.D/Ph.I, Presidente da Academia de Letras do Brasil -ALB e do CONALB - Conselho Nacional das Academias de Letras do Brasil:
“A notícia do
falecimento deste incomensurável Homem da LiteraturaBrasileira,
Tobias Pinheiro, lança-nos à reflexão profunda sobre aObra
de um Verdadeiro Imortal. Tobias o conheci em dezembro de 1994,se
não falha-me a memória. Ocupava a Presidência da Confederação dasAcademias
de Letras do Brasil - a mais elevada função dentro dasorganizações
literárias no Brasil. Em meus 33 anos, recebia daquelailustre
personalidade, o sinal verde e fundamental apoio e incentivopara
avançar em meus sonhos e ideais de fundar uma academia derepresentatividade
Nacional dos escritores brasileiros, a Academia deLetras do Brasil.
Ainda que naquela
posição, de elevadíssima envergadura literária, Tobias Pinheiro recebeu nossas
proposições dedicando-se-lhes atenção, tempo e profundidade em análises, orientando-nos
ao caminho certo a seguir. Devo a Tobias Pinheiro todas as conquistas da
Academia de Letras do Brasil.
Pois, sem a sua atenção e incentivo,
desacreditado em meus ideais, não persistiria na difícil tarefa de criação do
que acabou por tornar-se a maior academia de letras do Brasil. Se por um lado,
quantitativo, a maior, por outro, qualitativo, conta em suas bases de fundação
com as maiores expressões da literatura da época, dentre os quais, este nome a
ser reverenciado pela atual e futuras gerações produtoras e leitoras da
Literatura Brasileira. Meus mais sublimes votos de IMORTALIDADE à Obra e Nome daquele
que IMORTAL tornou a todo escritor tocado por Ele 'TOBIAS PINHEIRO'. Votos de
carinho e conforto aos seus Excelentíssimos Familiares.
Em homenagem à Tobias Pinheiro, Milton Pantaleão,
Paulo Diniz, entre outros grandes nomes da Literatura Brasileira, a Obra
IMORTAIS, em seu terceiro volume, conta com Espaço Especial a estes homens que,
mesmo inertes fisicamente, fascinam, envolvem, aquecem e dão Vida Eterna à Literatura
Mundial. ”
Cantor e compositor mineiro do Vale do Jequitinhonha. Lançou o primeiro LP "Tropeiro de Cantigas" em 1982 e em seguida gravou mais 06 Lps, Violas e Tambores / Viva o Povo Brasileiro / Trem Bonito / Encantado / Verde Vale Vida / Ser Criança. Em 1990, ao lançar o primeiro CD para crianças, Rubinho do Vale enveredou para o universo infantil e conta hoje com 08 CDs dedicados às crianças.
Rubinho venceu vários Festivais:
1º e 2º lugares do Festival da Canção de Minas Novas, 1980.
1º lugar duas vezes no FESTIVALE - em 1981e 1982
1º lugar e melhor letra no Festival de Avaré SP, 1988.
Gravou o CD “Jequitinhonha Vale Brasil” em parceria com Frei Chico, Lira Marques e o Coral Trovadores do Vale, que foi lançado na Alemanha. Presença marcante em programas de TV voltados para a música de raiz, como o “Arrumação” do Saulo Laranjeira e “Sr. Brasil” do Rolando Boldrin TV Cultura de SP. Além dos 07 LPs e 08 CDs infantis, Rubinho do Vale lançou mais 08 CDs para o público adulto ao longo dos seus 30 anos de carreira. Estes discos adultos são a base do repertório do show Rubinho do Vale e banda. Em outubro de 2012 fez um marcante show, “Trem da História”, no Grande Teatro do Sesc Palladium BH em homenagem aos professores, com a presença de 1500 educadores. Lançou o CD “Estrada” dia 12/12/2012 em Belo Horizonte, comemorando seus 30 anos de carreira. Esse disco tem a participação do violeiro Ivan Vilela, do cantor, compositor e bailarino pernambucano Antônio Nóbrega e da cantora mineira Fernanda Takai, da banda Pato Fu.
Em 2014 lançou o CD/Livro “Inventa”, seu oitavo disco dedicado às crianças.
Algumas homenagens recebidas:
Cidadão Honorário de Belo Horizonte.
Grande Colar do Mérito Legislativo da Câmara de Belo Horizonte. Medalha do Aleijadinho - Ouro Preto
Medalha do Mérito da Educação – Secretaria de Estado da Educação, Governo do Estado de Minas Gerais. Comenda da Ordem do Mérito Cultural – Ministério da Cultura Rubinho do Vale recebeu do Ministro da Cultura Gilberto Gil e do Presidente Lula, em 2003, a Medalha da Ordem do Mérito Cultural. Esta é a maior condecoração do Governo Brasileiro aos artistas e intelectuais do Brasil pelo reconhecimento da sua obra.
Biografia
Da infância na roça, onde tinha que percorrer léguas para estudar, foi para a cidade de Rubim, região de Teófilo Otoni, para concluir o curso ginasial, já revelando na época gosto por apresentações no palco. Em l972 ao concluir o ensino fundamental ganha seu primeiro violão, sem ainda saber tocar o instrumento. Para continuar seus estudos foi para Belo Horizonte e em 1976, aprovado no vestibular da Escola de Minas de Ouro Preto, inicia o curso de Engenharia Geológica.
Enquanto estudava Geologia, aperfeiçoava de forma autodidata sua musicalidade, participando de festivais universitários e regionais como o Festivale, que ocorria de forma itinerante nas cidades do Vale do rio Jequitinhonha. Teve o privilégio de ouvir e assistir ao vivo no Festival de Inverno de Ouro Preto, grandes representantes da música brasileira como Elomar Figueira, Geraldo Vandré, Luiz Gonzaga e Renato Andrade, nomes que vão influenciar fortemente seu estilo artístico.
Surge o Menestrel
De volta a Belo Horizonte. Depois de cinco anos em Ouro Preto, decide de vez se dedicar à carreira artística. O próprio Rubinho conta que esta certeza surgiu durante o I Encontro de Compositores do Vale do Jequitinhonha, realizado na cidade de Itaobim/MG em novembro de 1979. Foi quando definiu sua proposta de vida, "fazendo da voz e da viola, Maria das Dores do Brasil, armas poderosas em defesa da sua terra, do seu povo e da sua cultura.
Em 1982 gravou seu primeiro disco "Tropeiro de cantigas'. Em seguida veio uma prolífera obra, independente e livre das grandes gravadoras, marcada pela resgate da cultura popular e luta contra as injustiças. A música de Rubinho do Vale está sempre ligada à cultura popular e ao folclore de seu país: uma arte bem brasileira.
Alguns de suas gravações dedicadas ao público infantil se transformaram em material didático de escolas e lhe renderam, inclusive, a oportunidade de preparar um programa de TV para crianças.
O Reconhecimento
O reconhecimento nacional do seu trabalho, sempre distante da mídia de massa, veio recentemente quando, em cerimônia em que também foram homenageados Antônio Nóbrega, Chico Buarque, Zezé di Camargo & Luciano e outras personalidades do mundo cultural, recebeu uma comenda das mãos do Presidente Lula e do Ministro da Cultura Gilberto Gil.